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KATANA


xNão se tem idéia de quando surgiu a primeira espada japonesa, mas os documentos nos provam que no período Jokoto (aproximadamente século IV a X) a “espada japonesa”, se assim podemos dizer, surgiu na região Honshu – Japão; Sua forma era reta e curta tendo corte de ambos os lados ( Kem ).
No período seguinte, Koto (século X a XVI), a espada adquiriu aquilo que hoje chamamos de “a forma única de espada japonesa”, onde ela tinha uma leveza e uma curvatura acentuada , pois foi um período de sucessivas guerras e seu uso era constante.
Após isso, no período Shinto (século XVI a XVIII) a espada ficou um pouco mais pesada e mais larga, também conhecida como “A Espada Nova”.
No período Shinshinto (século XVIII e XVIII) a espada se definiu na sua forma e no seu comprimento.
Finalmente no período moderno, Guendaito (XVIV até os dias atuais), foram fabricadas sem muita arte uma quantidade enorme de espadas para guerra moderna onde decaiu muito a sua forma artesanal, mas muitos artesãos conseguiram manter a tradição de mestre a discípulo até chegar ao Brasil.

Inicialmente no período Koto havia as cinco tradições chamadas Gokaden, que levava o nome das regiões onde eram feitas pelos seus artesãos:
» Primeiro: Soshu;
» Segundo: Bizen;
» Terceiro: Yamato;
» Quarto: Yamashiro
» Quinto: Mino

Dessas cinco escolas se espalharam os vários estilos e mestres que chegaram até os dias de hoje, mantendo uma pequena diferença na maneira de preparar o aço e temperar a espada.

 

KUROKAJI SUKEHIRO, A SAGA DA ESPADA JAPONESA NO BRASIL


xxxx

Eu, Benedito Nelson Augusto dos Santos, nascido em 5 de Agosto de 1942 em São Paulo, aos 14 anos de idade me encantei pela cultura japonesa, por isso aprendi seu idioma com as famílias Honda, Osaka e Enoki. Ao ver pela 1ª vez uma espada japonesa, feita de lâmina de caminhão, pertencente a família Matsuo, em Itaguaí, Rio de Janeiro, fiquei maravilhado com aquela obra de arte, pois aquela família, descendente de samurais, me contava várias de suas histórias. Como eu era mecânico ferramenteiro (torno, plaina, fresa e ajustagem, que aprendi no SENAI), minha profissão tanto no âmbito civil como militar desde 1961, considerei, sendo oficial mecânico, a possibilidade de fazer uma espada. Pegando uma lâmina de mola de caminhão fiz uma espada parecida com a da família Matsuo. Quando eu a levei para sua casa numa noite, ele sorrindo me disse: “Está muito bonita como enfeite, pois a minha lâmina e a sua não podem ser chamadas de espada japonesa.” Eu, decepcionado depois de tanto trabalho perguntei: ”Por quê? Por que não é legítimo se é um bom aço de mola?” Foi quando fiquei sabendo que a espada japonesa era feita a partir do minério de ferro hematita, dobrado umas 14 vezes para eliminação do carbono do aço. O minério saído da natureza, possui de 4% a 6% de carbono, devendo ficar com 0.45% a 0.60% de carbono para poder ser temperado na água. A têmpera nada mais é do que adquirir tanto dureza na lâmina, como corte de navalha. Desta forma passei a usar o aço CSN, Manessmann e Belgo Mineira, pois estes possuem a porcentagem desejável para têmpera em água. Pego uma lâmina retangular e a bato na forja eliminando as impurezas como fósforo, silício e outros. Estas impurezas saem como uma pequena casca que aproveito para dar acabamentos na lâmina (Nogui). Se o aço for aquecido a 800°C e resfriado imediatamente a 37°C na água, este choque causa o endurecimento das moléculas do aço. Ao adquirir este endurecimento o aço do corte se torna martensítico e este endurecimento que alinha as moléculas faz crescer milhonésicamente fazendo que a lâmina adquira uma curvatura de 1 a 2 cm aproximadamente. Esta curva dá uma resistência a lâmina que pode suportar mais de 100 Kg sem se quebrar. Se uma espada for temperada toda desta maneira, caso leve uma pequena batida lateral, se quebrará como vidro. Sr Matsuo me disse que o fio da espada japonesa possui a dureza máxima do aço, mas a lâmina em si é flexível para evitar a quebra. Estas gradações de dureza criam uma diferença visível na lâmina, chamada Hamon. Sr Matsuo, pegando uma revista em sua casa, me mostrou várias têmperas que formavam desenhos como ondas do mar, nuvens e montanhas. Para se produzir a diferença de dureza do corpo com o corte, existe uma massa a base de pó de esmeril, carvão e barro que envolve a lâmina toda, tendo como estrutura arame. Saí dali, procurei um aço que temperasse na água, e após várias tentativas de aquecer apenas o gume nada consegui. Fiquei decepcionado, mas não desisti. Fiz mais de 30 lâminas erradas. Como eu queria possuir esta lâmina, comecei a procurá-la em São Paulo, até achar o Sr Kunioda, que residia na Rua Shininbu na Liberdade. Chegando à sua casa, encomendei uma espada e lhe falei das minhas tentativas. Ele riu muito e me ensinou uma forma de temperá-la da maneira japonesa. Após muitos erros, consegui temperar a 1ª espada. O Sr Kunioda ficou muito feliz. (As primeiras espadas que eu temperei, de cada 10 espadas saía 1 ou 2 boas, o resto quebrava ou não temperava. Descobri lendo as histórias dos espadeiros que eles se purificavam antes de temperá-las, tomando um banho e vestindo roupa clara. Neste estudo, durante minha vida, descobri que primeiramente se deve ter silêncio absoluto na hora de colocá-las na água, se alguém falar, elas se quebram. Segundo: descobri também que não se deve ter relações sexuais na noite anterior e nem no dia da têmpera, pois ela falhará. Como sou mecânico, só aceitei isto após muitos erros, lendo os livros com atenção. Como entendo japonês, percebi que as datas de têmpera dos anos 1200 a 1300 e até hoje, eram feitas em Fevereiro e Agosto. Imediatamente comecei a temperá-las em Fevereiro. Com isso passei a acertar de 10 têmperas, 8 ou 9. Notei também que em fevereiro, segurando a espada ao temperá-la, tenho a sensação de que a espada ao borbulhar dentro da água, tende a subir. Em agosto tende a afundar. Além disso, existe algo que não se deve esquecer: lua cheia é o momento ótimo de temperar uma lâmina.) Após fazer umas 3 espadas, fiquei sabendo de um Sr. Shiousuke Oura, que também fazia espadas em Suzano, interior de São Paulo. E lá fui eu. Perguntei-lhe se poderia me ensinar também. Ele imediatamente disse que não e não acreditou que eu tivesse feito uma espada. Isto foi em 1972-75. Ao ver a minha espada com Hamon (têmpera) ele ficou muito admirado, rapidamente tirou o cabo para ver quem tinha feito a espada pois, a assinatura é feita na lâmina(e fica coberta pelo cabo). Ao ver meu nome em Hiragana (tipo de letra japonesa considerada comum) fez uma cara feia e mandou tirar aquele nome, que estava estragando a espada (estava escrito Santos). Disse me dando uma bronca: “se você fez realmente esta espada, tem que ter um nome de espadeiro em Kanji, em letra japonesa”. Mandou remover imediatamente aquele rabisco escrito Santos. Eu perguntei: “Como vou escolher um nome ?”. Ele me disse: “Tem que ter alguma coisa de seu professor e sua”. E nada mais falou. Nisso eu comprei uma espada feita por ele.

Andando no Bairro da Liberdade, entrei numa livraria japonesa e comprei um catálogo de espadas japonesas, que até hoje possuo, e vi a forma de como elas eram assinadas e datadas, iguais a espada do Sr. Oda. Vendo que existia a dinastia das espadas, escolhi as letras. Do nome do Oda, que se chamava Kunihiro peguei a letra Hiro e do Oura que se chamava Sukemune, peguei a letra Suke. Afinal encontrei meu nome: Sukehiro. Mas percebi que havia outro nome além deste que muitas vezes era o nome de um local ou tipo de pessoa. Estudando nos livros, vi que a dinastia do Sr. Oura tinha mais de 800 anos, originária de um espadeiro chamado Kokaji Munetika que significa “pequeno espadeiro”. Como eu não sou pequeno, mas sou negro, troquei a letra me denominando “espadeiro negro” Kurokaji.

Com estes dois professores percebi que havia uma diferença na maneira de aquecer a lâmina dentro da fornalha. A do Sr. Oura vinha de Bizen, a do Sr Oda vinha de Sosho. Duas escolas diferentes. O acabamento do Sr. Oda era rústico e um amigo meu, Ottaviano, que aprendeu com Oura, me corrigiu e ensinou como dar polimento, assunto no qual até hoje tenho dificuldade. As minhas têmperas são Notare (ondas) e Midare (irregular). As características são Nioi. Tentei por várias vezes fazer a têmpera reta, que acho linda e nunca consegui. Ao perguntar isso ao meu professor Oura, ele sorrindo me disse: “Quando você tiver uma vida correta você fará também uma têmpera reta”.

Até o dia de hoje fiz aproximadamente 380 espadas, as quais classifico em 3 tipos, todas perfeitas: ótima (Jôjô), boa (), normal (Shita). Esta classificação é difícil de ser explicada a um leigo,pois o valor delas é diferenciado. As espadas Jôjô  guardava na minha coleção, apenas para pessoas que tinham um entendimento bom da espada japonesa. Até que um dia, um médico meu amigo, De Benedito começou a conhecer bem das espadas e comprou todas por um preço muito acima do que eu vendia normalmente. Para ter uma idéia, acima de 100%. Tentei ensinar várias pessoas esta arte mas hoje tenho como discípulos: Guilherme, Francisco Chagas, Samuel, Jeniffer e Fabiana. Aconteceu-me algo em Porto Velho no ano de 2009, um fator de difícil compreensão: ao receber um pedido de 20 espadas, para meu assombro, fiz têmperas que nunca consegui na minha vida toda como: Suguha (reta), Konotare (pequena onda), com detalhes Nie, Hitatsura, têmpera saltitante em várias partes da lâmina; coisa que não consigo explicar, pois se alguém for me pedir uma das lâminas e quiser uma exatamente igual, tenho certeza que não conseguirei fazê-la, pois não sei como elas chegaram a este ponto. Caso alguém olhe as minhas lâminas, pensará que foram vários artesãos que as fizeram. Por este motivo eu, que vinha marcando meus cabos com a lima Iri-Yamagata, parei de fazer este ano, deixando o cabo com riscos Senzuki (marca de esmeril), assinando somente com o nome de Sukehiro. Só passarei a fazer a marca de lima, quando tiver pleno domínio da formação da têmpera. As montagens que gosto de fazer são pretas, azuis, e marrom escuras laqueadas. Além de Shirasaia, os Tsuba meus são fundidos em aço modular e a montagem do cabo Fushi, Kashira e Menuke são de prata com cobre. O motivo que me entusiasma a fazer espadas é conseguir me aperfeiçoar na confecção das mesmas. Se eu fizesse as minhas espadas e as guardasse, teria que uma hora parar, pela quantidade acumulada. As vendendo, tenho meios de conseguir aperfeiçoar-me sem ter que onerar minha família com esses gastos. Desta forma, o meu gostar pela arte milenar da espada japonesa me entusiasma a sempre prosseguir no caminho de espadeiro, Kaji.     (19/03/2010)

ODA ASS
Kuniu Oda Assinatira de Oda
   
OURA ASS
Shiouske Oura Assinatura de Oura

 

FABRICAÇÃO DE ESPADAS NOS DIAS ATUAIS


es

Uma outra atividade que juntamente com o Karate e o Trabalho de Gurdjieff esteve presente em todo a história de vida do Kyoshi Benedito Nelson foi a fabricação das tradicionais espadas japonesas. Jovem ele se interessou por este tipo de armamento e por toda a tradição que estas lâmina feitas artesanalmente carregam.

Após muitas pesquisas solitárias, conversando com famílias japonesas, estudos a partir de livros e relatos de espadeiros de séculos passados, o Kyoshi logrou fazer uma lâmina da maneira tradicional, com a metodologia e a técnica necessárias para garantir as características diferenciadas das lâminas usadas pelos Samurais.

O Kurokaji Sukehiro, nome de espadeiro do Kyoshi BNAS,em sua vida fabricou espadas para a venda à colecionadores que tem especial interesse nesta obra de arte e para demais interessados na cultura japonesa e nas tradições samurais. O aluno Guilherme Freitas, acompanhou como aprendiz as técnicas de fabricação das espadas a partir do ano de 2001, tendo recebido a orientação para fabricar espadas em todas as suas fases de acabamento desde as mais rústicas as mais sutis e delicadas. Quanto à confecção das bainhas, parte fundamental para a montagem da espada completa, Kyoshi ensinou ativamente a seu aluno Francisco das Chagas Araujo.

A tradição de fabricar as espadas japonesas não cessou com a morte física de Kurokaji Sukehiro. Os alunos nesta antiga tradição Guilherme Freitas e Francisco das Chagas Araújo, já perpetuam os ensinamentos recebidos do mestre. Deste modo, a estes dois discípulos foi dada a incumbência e responsabilidade de atuar para a continuidade desta antiga arte Samurai, como todo o zelo e responsabilidade com as tradições japonesas como foi a vontade de seu mestre espadeiro.

 

TÊMPERA


A espada japonesa se iniciou no século 12 onde havia grande dificuldade em se obter aço, por esse motivo o minério de ferro que na natureza possui de 3,5 a 5% de carbono era martelado sucessivamente por um longo período até se tornar uma massa que hoje conhecemos como ferro fundido, em japopnês, Tamahagane , que nada mais é do que uma mistura de carbono e ferro. Após obter isso, o ferreiro (Kaji) dobrava o aço, caldeando-o por umas 12 vezes consecutivas, onde diminuía a quantidade de carbono até o ponto de 0,60 a 0,45% que hoje conhecemos pelo sistema adotado no mundo de SAE 1.045 ou 1.060.

O Aço obtido dessa forma apresenta uma pele ou textura que forma uns desenhos chamado, Hada, de acordo com o ferreiro existem vários tipos de Hada, como: Itame (madeira), Masame (pedra), Mokume (raiz), Oyasugi (onda) e Emuji (poros). Com este aço já pronto para ser temperado que nada mais é do que endurecido, o armeiro envolve a lâmina com uma massa especial de barro e óxido de ferro e carvão, fazendo um desenho no lado da lâmina cortante, que é a sua marca pessoal, podendo ser reta (Suguha), ondulada (Notare), irregular (Midare) e dente de serra (Nokogiri) ou olhos de peixe (Gunome).

Após isto, no me de Fevereiro ou Agosto é levado ao fogo quando chega a temperatura de 800o C , é mergulhado na água a uma temperatura ideal, a espada recebe um choque térmico na parte descoberta do gume e o material perlítico se torna martencítico, isto é, duríssimo, dando uma curvatura na lâmina (Sori) e agora podemos dizer que a espada já possui uma alma, já nasceu, foi temperada. Onde vemos a luta do fogo com a água e o ar e a terra envolto na espada se tornarem uma única força através da vontade do forjador.

Veja aqui tipos de têmpera:

sakaashi choji gunume gunume hako
sakaashi choji gunome gunome hako
         
komidare konotare yahazu midare midare
komidare konotare yahazu midare midare
         
onotare sambunsugi suguha umanoha kataoshi
onotare sambonsugi suguha umanoha kataoshi

 

ACABAMENTO


Este acabamento tem como finalidade mostrar o tipo de aço e têmpera que a espada possui, pois se o aço for passado em alguma máquina, não se pode apreciar o trabalho esmerado do artífice. Então após a têmpera a espada é passada na pedra grossa (Arato), grão SAE 108 ou 110, depois grão SAE 150. Em seguida é passada na pedra mais fina ( Binsui ), grão SAE 250 e 350, depois na pedra Kaisei. Até aqui já podemos notar a beleza dos desenhos da têmpera e sua pele ( Hada ). Para finalizar é passado com a ponta dos dedos uma pedra finíssima grão SAE 1.500 a 3.000 (Nagurato) e na parte de trás da lâmina ela é brunida com uma agulha de aço (Kanabo).

Antes de tudo isso a lâmina é limada no cabo onde podemos falar que adquire a sua marca digital, chamado Yasurime, cada espadeiro tem a sua marca diferente. Ao término de tudo a espada é examinada e leva uma assinatura no cabo do lado esquerdo ( Mei ), seguindo a tradição de sua escola e do outro lado do cabo ( Uramei ) a data e o local na era em que ela foi feita. Muitas espadas não possuem assinatura por não serem consideradas pelo espadeiro como top de linha ( Jojo ) ou Jô ( boa ), mas sim Shita (normal).

Veja aqui

Tipos de Hada


ayasugi

itame

konuka
     

masame

mokume

muji

 

Tipos de Ponta


ikubi

kamasu

kokisaki

okisaki

shukisaki

 

Tipos de cabo


iriyamagata

kiri

agare

kurijiri


VENDAS E RESTAURAÇÕES


Não se tem idéia de quando surgiu a primeira espada japonesa, mas os documentos nos provam que no período Jokoto (aproximadamente século IV a X) a “espada japonesa”, se assim podemos dizer, surgiu na região Honshu – Japão; Sua forma era reta e curta tendo corte de ambos os lados (Kem).

 

ESPADAS

Espadas confeccionadas dentro das tradições japonesas com o aço batido e temperado no estilo Sôsho e um acabamento fino com pedras japonesas, lâmina assinada e datada em japonês. Tendo três tipos : Shita (espada comum), Jô (espada especial) , Jojô (espada clássica).

TIPOS

Espadas confeccionadas dentro das tradições japonesas com o aço batido e temperado no estilo Sôsho e um acabamento fino com pedras japonesas, lâmina assinada e datada em japonês. Tendo três tipos : Shita (espada comum), Jô (espada especial) , Jojô (espada clássica).
TACHI
TACHI
Espada mais delgada para uso de cavaleiro, comprimento 68 a 72 cm. A montagem em prata ou bronze com anéis na bainha a diferencia das outras espadas.
 
KATANA
KATANA
Espada comum, curva normal e comprimento de 68 a 72 cm.
 
WAKISASHI
WAKISASHI
Espada média ou companheira da Katana, curva pequena e comprimento de 30 a 55 cm.
 
TANTO
TANTO
Faca de combate de 20 a 30 cm.


ESTILO

Têmpera
Espada com a têmpera de Notare (onda) e  Midare (mista).

Ponta
Tipo de ponta a escolher: okissaki (longa), shokissaki (média) e shukissaki (curta).


MONTAGEM

  • Montagem em fino laqueamento na bainha de madeira nas cores: marrom, azul, verde e preto.
  • Cabo com menuki, fushi e kashirá em prata.
  • Tsuba de aço ou de bronze.

VALOR

Tachi:R$ 4.000,00 ou U$ 2.000,00

Katana
: R$ 3.000,00 ou U$ 1.500,00

Wakisashi
: R$ 2.000,00 ou U$ 1.000,00

Tantô
: R$ 1.500,00 ou U$ 750,00

Contatar: Guilherme (69-9965-5999) ou Chagas (69-9997-1613)

USO DA LÂMINA


A espada longa (Katana) é usada com ambas as mãos onde ela pela maneira que foi feita possui um corte de navalha e uma resistência ao impacto pela sua envergadura, podendo ter um efeito devastador no corpo humano, por exemplo, uma espada se pegar no centro da cabeça de uma pessoa, pode chegar até o meio do seu peito com muita facilidade ou simplesmente cortar um corpo pelo tronco ao meio, transversalmente e na resistência abrir um capacete de aço ao meio. A adaga (Tachi) por sua vez usada por cavaleiros, é usada apenas cm uma mão com o cavalo em movimento. Normalmente o guerreiro Samurai carrega duas espadas uma para uso em combate e a segunda para emergência, ou para corrigir seus próprios defeitos num momento de sacrifício, coisa que só era feito para lavar a honra ou não cair prisioneiro. Já houve guerreiros que usaram duas espadas, uma em cada mão (Nitoryu).