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QUARTO CAMINHO


No mundo das práticas espirituais existem quatro linhas de evolução possíveis ao homem e cada uma possui suas subdivisões:

  1. Caminho do Yogue ( meditação ) é um trabalho onde o praticante abandona a vida normal e se dedica totalmente a um mestre que o ensinará a formar algo de valor dentro de si. Existem diversas formas de se desapegar da matéria com meditação, práticas corporais e mantras. Nesse caminho nada que existe na sociedade normal como carro, ônibus,dinheiro, tem importância; tudo isto é deixado de lado e o homem que procura o caminho ( salvação ) tem que deixar a sua própria vida para seguir seu mestre.

  2. O caminho do Faquir é através do domínio e sofrimento do corpo.O discípulo também cria algo duradouro dentro de si e para conseguir isto também tem que abandonar a vida normal. O Faquir trabalha o Centro Instintivo e o domínio sob o centro motor, porém também é preciso ter a determinação de ficar perto do seu mestre.

  3. O Monge, através de práticas de oração, reclusão e abstinência, também consegue adquirir uma força que também permanecerá como algo duradouro. O Monge através de um trabalho no centro emocional necessita do Centro Intelectual para acreditar nas histórias dos santos e leituras bíblicas e outros livros e seu Centro Instintivo.

  4. O Quarto Caminho, fundado por George Ivanovitch Gurdjieff, é um ramo da psicologia que estuda a máquina humana e suas complicações e limitações. No 4Cnão é preciso seguir nem abandonar nada para alcançar o seu objetivo, a observação imparcial de si e a prática da atenção não cessa, pode ser feita a todo momento e em qualquer lugar. Nessa prática o mundo ao nosso redor faz parte de nossa prática, nada está desvinculado, tanto o que sentimos e observamos interiormente como, o que existe fora de nós, nada está separado, nenhum movimento, nenhum assunto ou intenção, tudo é observado e trabalhado. Até isso que agora você lê não deve distraí-lo e absorvê-lo pelo entusiasmo do assunto, a observação é como uma seta com duas pontas uma para fora de si e outra para dentro, nada deve ser omitido, os movimentos, sons, vozes interiores, nossa intenção e a do outros, tudo deve ser observado. Com essa prática adquiriremos uma consciência de si mesmo e a capacidadae de Ser com toda a nossa plenitude.

 

GURDJIEFF, G. I.*


por Michel de Salzmann

Gurdjieff


GURDJIEFF, G. I. (1877?–1949), Georgii Ivanovich Gurdzhiev, mestre espiritual greco-armênio que permanece uma figura enigmática e uma força crescentemente influente no panorama contemporâneo dos novos ensinamentos religiosos e psicológicos. Assemelhando-se mais com a figura de um patriarca Zen ou de um Sócrates do que com a imagem familiar de um místico Cristão, Gurdjieff era considerado, por aqueles que o conheceram, simplesmente como um incomparável “despertador” de homens. Ele trouxe para o Ocidente um modelo abrangente de conhecimento esotérico e deixou atrás de si uma escola que incorpora uma metodologia específica para o desenvolvimento da consciência.

Pelo termo consciência Gurdjieff compreendia bem mais do que percepção e funcionamento mentais. De acordo com ele, a capacidade para a consciência requer uma combinação harmoniosa das distintas energias da mente, do sentimento e do corpo, e é somente isto que pode permitir que atuem no Homem aquelas influências superiores associadas a certas noções tradicionais como nous, buddhi ou atman. Desde esta perspectiva, o Homem tal como se encontra é realmente um ser inacabado, guiado inconscientemente pelo seu condicionamento automático sob o poder dos estímulos externos. A ampla variedade dos métodos de Gurdjieff pode, em sua totalidade, ser compreendida como o ferramental para se alcançar a consciência de si e os atributos espirituais de um “Homem real”— isto é, vontade, individualidade e conhecimento objetivo. Estes métodos e seu ensinamento sobre a evolução do Homem se entrelaçam com uma vasta rede de idéias cosmológicas apresentadas em seus próprios escritos e no livro Fragmentos de um Ensinamento Desconhecido de P. D. Ouspensky (New York, 1949).

Durante sua vida, apesar dos relatos sensacionalistas da imprensa escritos sobre ele nos anos vinte, Gurdjieff era quase desconhecido fora de seu círculo de seguidores. No entanto, a partir dos anos cinqüenta, suas idéias começaram a se difundir através da publicação de seus próprios escritos e do testemunho de seus alunos. Seu excepcional caráter pessoal, especialmente seu talento único para utilizar cada circunstância da vida como um meio para ajudar seus alunos a sentir a verdade completa sobre eles mesmos, deu origem a numerosos relatos enganosos que por muitos anos obscureceram a integridade de suas idéias. Hoje em dia, porém, o ensinamento de Gurdjieff já emergiu para fora desse ambiente de rumor e insinuações para ser reconhecido como um dos mais penetrantes ensinamentos espirituais dos tempos modernos.

Gurdjieff nasceu em Alexandropol, no sul da Transcaucásia russa. Seu pai era grego e sua mãe armênia. Excepcionalmente dotado, ainda rapaz ele foi favorecido com tutores da Igreja Ortodoxa e precocemente preparado tanto para o sacerdócio quanto para a medicina. Convencido de que a linha do conhecimento esotérico perene ainda estava preservada em algum lugar, ele deixou o meio acadêmico para se engajar numa busca por respostas definitivas. Por cerca de vinte anos (1894–1912) ele perseguiu sua busca—principalmente na Ásia Central e no Oriente Médio—pelo cerne das tradições antigas. Este capítulo de sua vida permanece um mistério, embora os eventos significativos sejam contados em sua narrativa autobiográfica Encontros com Homens Notáveis.

Em 1913 Gurdjieff apareceu em Moscou com um ensinamento totalmente desenvolvido e começou a organizar a seu redor grupos de alunos oriundos principalmente da intelligentsia. A partir deste momento os contornos de sua vida podem ser traçados mais claramente. Tanto o escritor russo P. D. Ouspensky quanto o compositor Thomas de Hartmann descrevem a continuidade de seu trabalho durante os tempos difíceis da Revolução bolchevique e a viagem que ele e seus seguidores fizeram ao Cáucaso (1917), daí a Constantinopla (1920) e finalmente a Fontainebleau, França, ao sul de Paris, onde, em 1922, ele foi capaz de estabelecer em bases mais firmes seu Instituto para o Desenvolvimento Harmonioso do Homem no Prieuré d’Avon.

A doutrina e os métodos experimentais do instituto rapidamente atraíram muitos dos principais artistas e intelectuais da Inglaterra e dos Estados Unidos, que vieram para se encontrar com Gurdjieff e eventualmente trabalhar com ele. A maioria deles, como Maurice Nicoll, Jane Heap, e Katherine Mansfield, tinha sido introduzida ao ensinamento por A. R. Orage, o notável crítico e editor da The New Age, e por P. D. Ouspensky.

No começo de 1924, Gurdjieff fez sua primeira visita aos Estados Unidos, acompanhado por um numeroso grupo de alunos, onde, principalmente em New York, ele realizou uma série de apresentações públicas de seu trabalho sobre as danças sagradas. Sua meta era mostrar os princípios esquecidos de uma “ciência dos movimentos” objetiva e demonstrar o papel específico desta ciência no trabalho de desenvolvimento espiritual.

No verão de 1924, após um acidente automobilístico quase fatal, Gurdjieff decidiu reduzir as atividades de seu instituto e o círculo de seus seguidores, e assegurar o legado de suas idéias em forma escrita. Em 1934 ele já tinha completado as duas primeiras séries de seus escritos e parte da terceira. Durante este período ele manteve contato com seus alunos mais antigos, retornou duas vezes aos Estados Unidos (em 1929 e 1933) e se estabeleceu definitivamente em Paris.

Em 1935, Gurdjieff retomou seu trabalho com grupos, assistido por Jeanne de Salzmann, sua discípula mais próxima, que mais tarde foi responsável pela continuação do seu trabalho. Embora fosse exigida de seus seguidores uma extrema discrição, os grupos se expandiram continuamente na França, mesmo durante a guerra, e incluíram figuras destacadas da literatura, arte e medicina, tais como René Daumal, Kathryn Hulme e P. L. Travers. Após a guerra, a família internacional de alunos de Gurdjieff reuniu-se novamente em torno dele. Ele fez sua última visita à América em Dezembro de 1948 e, apesar de doente, continuou seu trabalho intensamente até sua morte em Paris, em 29 de outubro do ano seguinte.

Relatos de Belzebu a Seu Neto, publicado em inglês pela primeira vez em 1950, é sua obra-prima, uma visão ampla, panorâmica e sem precedentes de toda a vida do Homem na Terra, tal como vista por seres de um mundo distante. Através de uma alegoria cósmica e sob o disfarce de anedotas digressivas e elaborações lingüísticas provocativas, ela transmite o essencial do ensinamento de Gurdjieff. Encontros com Homens Notáveis, publicado em 1963, conta a estória da juventude de Gurdjieff e sua incessante busca de conhecimento. Originalmente Gurdjieff pretendia completar sua trilogia com uma série final intitulada A Vida Só É Real Quando “Eu Sou”; o manuscrito, no entanto, nunca foi completado, e parte dele se perdeu. A parte restante, em forma bruta e fragmentada, foi publicada em 1981. Gurdjieff Fala a Seus Alunos, publicado em 1973, é uma coletânea de palestras proferidas por Gurdjieff e registradas por seus alunos nos anos vinte. Gurdjieff também deixou uma considerável quantidade de música, composta em colaboração com Thomas de Hartmann. Parte desta música foi usada para acompanhar os movimentos e as danças sagradas, que constituíram uma parte essencial do ensinamento de Gurdjieff e foram documentadas e preservadas por seus alunos.

O trabalho específico e a pesquisa correlata propostos por Gurdjieff têm sido sustentados e expandidos sob a direção de seus alunos, através de fundações e sociedades na maioria das principais cidades do mundo ocidental. Alguns outros grupos também têm aparecido, os quais, embora não conectados com seus alunos, pretendem seguir Gurdjieff ou ter alguma relação com seu ensinamento.
~ • ~
Este ensaio foi publicado previamente na Enciclopédia da Religião, 16 Volumes, Mircea Eliade, editor-chefe, New York: Macmillan, 1987. Tradução para o Português: por Sociedade para o Estudo e Pesquisa do Homem–Instituto Gurdjieff, Rio de Janeiro, Brasil. Em 13 de Novembro de 2001.

English Copyright © 1987 Macmillan Publishing Company
a Division of Macmillan, Inc.
This webpage © 2002 Gurdjieff Electronic Publishing
Revision: October 10, 2002

*Texto humildemente copiado do site www.gurdjieff.org

 

GTG


andreiacarlachagas
claudiafernandoguilherme
jeniffernayarapaularonaldo

A evolução natural do ser humano segue a linha de nascimento, crescimento, reprodução, envelhecimento e morte. Algumas pessoas acreditam que a vida não se resume a apenas isso. Muitos acreditam que existe algo muito superior na criação do mundo, que não pode se resumir a essa simples rotina.
Desde a mitologia grega o homem se diferencia dos animais por possuir algo muito valioso, que é a sua consciência. O homem tem dentro de si o poder de crescer como pessoa e espírito, não se deixando aprisionar por conceitos, vícios, comodidades e mecanicidades que o resumem a um ser robótico.
A insatisfação do homem com a vida que leva e com o mundo em que vive é a primeira chama do despertar de uma consciência. Uma pessoa satisfeita com sua vida não tem possibilidade de acordar para a realidade, pois sem rasgar o véu de Maya, o que o cerca continuará sendo ilusão.

“A meta era livrar-se da “neurose do hábito” – “hábito de inferioridade” em relação a plenitude do seu ser.” (Colin Wilson)

Quando a pessoa percebe o quanto pode despertar desse sono comum, é chegada a hora de procurar outras pessoas que tenham o mesmo sentimento e os mesmos anseios. Juntos, podem procurar alguém que também esteja nessa busca há mais tempo e já saiba algo mais sobre este caminho. Nesse processo inicia-se um grupo. “Um grupo é o começo de tudo. Um homem só não pode fazer nada, nada pode atingir. Um grupo realmente dirigido pode fazer muito. Tem pelo menos a oportunidade de chegar a resultados que um homem sozinho nunca seria capaz de obter.” (Fragmentos)
Foi seguindo esses passos que nós do Grupo de Trabalho de Gurdjieff nos conhecemos em palestras dirigidas pelo Benedito Nelson. Com o tempo, a necessidade de se conhecer foi aumentando e os estudos foram se intensificando. Entre nós não existe facção religiosa, política e nem doutrinação de nenhuma espécie, existe apenas orientação para uma observação imparcial de si mesmo e do mundo que nos rodeia.
No início nos reunÍamos uma vez por semana onde assistíamos palestras sobre a Psicologia de George Ivanovitch Gurdjieff, um final de semana por mês tínhamos um trabalho intensivo de convivência em grupo e de observação chamado Domingueira. O Grupo de Movimentos se reunia nas segundas para treinar as danças sagradas. Todo esse estudo também se estendia durante os outros dias com as leituras pessoais dos livros do Quarto Caminho e filmes.
De uma maneira geral nossos esforços se dividem em 6 partes:
1.   Exercícios psicológicos diários para o conhecimento de si mesmo e sua relação com o mundo exterior.
2.   Práticas semanais de movimentos e exercícios do corpo .
3.   Trabalhos físicos em grupo para o conhecimento de si mesmo em situações não comuns (jardinagem, artesanato, serviços gerais, arte, culinária, etc...)  que chamamos de "Domingueiras"
4.   Relaxamento, meditação, contemplação, Mokusô semanal.
5.   Estudo de Astrologia, Mitologia e Filosofia.
6.   Autores recomendáveis que trazem idéia do Trabalho : Gurdjieff, Ouspensky, Eliphas Levi, Carlos Castanheda, M.Nicoll, Bennet e Max Heindel.

           A maioria dos integrantes do GTG ( Grupo de Trabalho de Gurdjieff ) praticam Karate, Judô e Capoeira Angola, tais práticas não atrapalham o estudo de si mesmo. Acreditamos que os homens são diferenciados pelos seus níveis de consciência e pelo que valorizam em sua busca para uma possível evolução, como:

  1. Homem Comum - Aquele que vive para as leis sociais sem procurar nada para sua evolução interior  e estão satisfeitos com o que são e têm na vida ( Homem mecânico, intelectual e emocional. )
  2. Homem Buscador - Aquele que acha que a vida não se resume somente em comer, beber, procriar e se divertir, mas está à procura de algo fora disso. Possui um centro magnético que o atrai para o Ocultismo e sua prática ( Homem do Trabalho ).
  3. O Guerreiro ( o termo "Guerreiro" é usado como a pessoa que luta para sua perfeição interior e sua impecabilidade como homem. ) - É aquele homem que é fruto de um esforço sobre si mesmo e põe em prática seu conhecimento para sua própria evolução, podendo ser um homem de conhecimento que já consegue ver e estudar outras realidades "além da conhecida

           Hoje em dia estamos no processo de construção de um Condomínio onde todos os integrantes do Grupo residem e fazem o Trabalho de Gurdjieff com mais intensidade, sem deixar de trabalhar, estudar e ter sua vida social normal. A mudança para Porto Velho, Rondônia foi com o  intuito de se  desapegar totalmente da história pessoal e iniciar um trabalho mais direto. A escolha da Região Norte foi devido a experiências particulares de cada integrante ao visitar a Floresta Amazônica. Essas pessoas fazem parte do primeiro grupo a se reunir desde 1999.
Outros grupos continuam os trabalhos de reuniões, domingueiras e movimentos. Temos um grupo no Rio de Janeiro, Belém do Pará e um iniciando em Porto Velho
Todos nós temos em mente que o Quarto Caminho vem nos auxiliando cada vez mais a crescer como pessoa e a ampliar cada vez mais nossa consciência.

 

GTG NOS DIAS ATUAIS


 

kyoshi

Somos o GTG, Grupo de Trabalho de Gurdjieff. Este grupo formou-se sob a orientação de Benedito Nelson no ano 2000, no Rio de Janeiro. Kyoshi, como é conhecido Benedito Nelson por seus alunos de Karate, então já dedicava mais de vinte anos às práticas e estudos contidas no Quarto Caminho. Inicialmente, o maior número de participantes do grupo compunha-se de estudantes de teatro, que entraram em contato com as publicações relacionadas ao Trabalho em suas pesquisas relacionadas à arte.

Com o passar dos anos este Grupo se firmou com mais participantes, vindos de diversas origens culturais e étnicas. Nas reuniões semanais, que aconteciam na residência de Benedito Nelson e de sua esposa, Maria Nayara Arnaud Tavares Augusto dos Santos, recebemos orientações para o desenvolvimento harmonioso de cada um do GTG, enquanto atuávamos em diversas atividades para o desenvolvimento da atenção.

No final do ano de 2004, após intensificação de nossas atividades, nos mudamos para o estado de Rondônia, onde construímos o Condomínio dos Samurais, sob a supervisão direta do Orientador do GTG, que se dedicou exclusivamente a transmissão de seu conhecimento em diversas áreas a seus alunos do GTG. Além disso, os participantes do Grupo que permaneceram no Rio de Janeiro mantiveram o compromisso com o GTG e permanecem se reunindo. O Grupo se expandiu para Belém, no estado do Pará, e também um grupo para iniciantes no Quarto caminho se formou em Porto Velho, Rondônia.

No dia 1º de Agosto de 2013, após um difícil processo de recuperação pós-cirúrgico, veio a falecer nosso Mestre e amigo Benedito Nelson. Após um breve período de reflexão interna, nós, alunos e praticantes do Trabalho de Gurdjieff, seguimos com sua obra nas práticas e estudos do Quarto Caminho.

Como alunos, fomos testemunhas da grandiosidade de sua obra, fruto da atenção e observação de si praticados por mais de quarenta anos. Omaior empreendimento de sua vida foi o esforço e sacrifício para o conhecimento de si mesmo e o desenvolvimento da psicologia da possível evolução do homem. Este esforço, materializado na dedicação diária e ininterrupta aos praticantes do GTG que o acompanharam, resultou na solidez do Grupo, que se mantém firme no intento de vencer o sono e a mecanicidade humanos, a fim de conhecer a verdadeira potencialidade do espírito humano em uma vida na Terra.


"Tenhais confiança não no mestre, mas no ensinamento.
Tenhais confiança não no ensinamento, mas no espírito das palavras.
Tenhais confiança não na teoria, mas na experiência.
Não creiais em algo simplesmente porque vós ouvistes.
Não creiais nas tradições simplesmente porque elas têm sido mantidas de
geração para geração.
Não creiais em algo simplesmente porque foi falado e comentado por
muitos.
Não creiais em algo simplesmente porque está escrito em livros sagrados;
não creiais no que imaginais, pensando que um Deus vos inspirou.
Não creiais em algo meramente baseado na autoridade de seus mestres e anciãos.
Mas após contemplação e reflexão, quando vós percebeis que algo é
conforme ao que é razoável e leva ao que é bom e benéfico tanto para vós quanto para os outros, então o aceiteis e façais disto a base de sua vida."

Gautama Buddha - Kalama Sutra

 

CONDOMÍNIO DOS SAMURAIS


O Condomínio dos Samurais iniciou como uma ideia de Benedito Nelson e sua companheira, Maria Nayara, no ano de 2002. Depois de uma visita à cidade de Porto Velho/RO o casal considerou a possibilidade de mudarem-se para a cidade, onde estariam mais perto da natureza e tranquilidade.

Os alunos de Benedito Nelson, praticantes do Karatê e do Trabalho de Gurdjieff, membros do GTG decidiram então acompanhar o mestre nesta empreitada.
Desta maneira, a ideia inicial gerou o projeto de um lugar onde o Grupo de trabalho de Gurdjieff poderia estar próximo, intensificando as práticas para a observação interior, evolução espiritual e treino das artes marciais ensinadas e praticadas pelo Kyoshi Benedito Nelson.

Inicialmente foram construídas duas casas e atualmente o Condomínio dos Samurais conta com sete casas onde todos colaboram com o reflorestamento das áreas desflorestadas e com todas as atividades de manutenção. Temos como lema de vida buscar a impecabilidade nas ações, almejando um coração limpo de sentimentos negativos, o que consideramos necessário para a vida plena do ser humano.

ABAIXO VEJA FOTOS DO CONDOMÍNIO E SUAS ATIVIDADES (clique para ampliar).

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